16.6.17

Roma

Em nossa atual viagem de divulgação do Espiritismo na Europa, iniciada a 9 do corrente, foi-nos proporcionada a oportunidade de enunciar conferências em Paris, Dublin, Londres, Bruxelas, Luxemburgo, Mannheim, Stuttgart, Frankfurt, Haya, Estocolmo, Copenhague, Berlim, Bad Honnef, Colônia e agora estamos em Roma…
A experiência iluminativa vem ocorrendo há 34 anos, em diversas cidades de Portugal, Espanha e Suíça e ainda se prolongará até o próximo dia 8 de junho, em Viena.

O que mais nos surpreende é a velocidade do tempo solar, no seu incessante movimento, que tudo transforma, que tudo altera, dando lugar a renovações e realidades cada vez mais complexas.

A princípio, as conferências eram realizadas com dificuldade em razão do preconceito que vigia nas culturas terrestres contra o Espiritismo e que se foi modificando em razão da profundidade dos conteúdos doutrinários dessa ciência de filosofia e moral de caráter religioso que Allan Kardec codificou e apresentou em Paris no dia 18 de abril de 1857.

Em Roma, todavia, foram inevitáveis as evocações do Cristianismo primitivo, as suas grandiosas e inolvidáveis sagas, o período do martirológio, das perseguições inclementes, encerradas durante o período de Diocleciano, um verdadeiro déspota.

Logo após, com o Edito de Milão em 13 de junho de 313, Constantino tornou a doutrina cristã tolerável e o pensamento se expandiu, influenciando a cultura do Ocidente e, de alguma forma, também, a do Ocidente.

Guardadas as devidas proporções, o Espiritismo, na atualidade, demonstrando a imortalidade da alma, por intermédio das comunicações espirituais e a justiça divina por meio da reencarnação, apresenta-se rico de sabedoria confirmada pelos fatos, trazendo de volta a ética de Jesus para alterar por definitivo a sociedade hodierna.

Numa civilização em que se alcançaram os índices mais elevadas de ciência e tecnologia, não se conseguiu tornar a criatura mais humana e mais feliz.

Os elevadíssimos e alarmantes índices de suicídio, a pandemia da depressão, para citar apenas dois dos muitos males avassaladores, demonstram que o cristão esqueceu do Cristo e que as demais doutrinas religiosas não lograram atingir os seus objetivos: tornarem os homens e as mulheres bem-aventurados!

Vemos, melancolicamente, os escombros daqueles tempos heroicos, e a futilidade, assim como a incoerência, dominando mentes e corações que rumam sem esperança e em terrível solidão… 
O Espiritsmo restaura os postulados evangélicos e convida à reflexão sobre o ser e sua imortalidade, convidando à paz e à plenitude através do amor e da renovação moral para melhor. 
Este é o momento para despertar-se e buscar a Vida!
*Divaldo Pereira Franco*

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 01-06-2017

Mediunidade nos caminhos de Paulo


A Federação Espírita do Estado do Ceará receberá Severino Celestino para o seminário “Mediunidade nos caminhos de Paulo” que ocorrerá no dia 25 de junho, às 8h30, no auditório da Federativa. Informe-se!

Confraternização dos Espíritas do Amazonas


A Confraternização dos Espíritas Amazonenses ocorrerá nos dias 16, 17 e 18 de junho abordando o tema central “160 anos de Espiritismo: conhecimento que acolhe, valores que transformam”. Promovida pela Federação Espírita do Estado. Saiba mais: coneam2017.feamazonas.org.br

Encontro Estadual da Área de Estudo do Espiritismo



Alírio de Cerqueira Filho e Carlos Campetti serão facilitadores do Encontro Estadual da Área de Estudo do Espiritismo que ocorrerá nos dias 8 e 9 de julho, promovido pela Federação Espírita do Estado do Mato Grosso. As transmissões ao vivo serão feita pelo portal da FEEMT e pela FEBtv, no canal 3. Saiba mais.

Escolho Viver, Não ao Suicídio



Um tema ainda considerado tabu e um flagelo que a cada 40 segundos atinge uma família no mundo, será discutido nos dias 30 de junho, 1 e 2 de julho na LBV – Legião da Boa Vontade.
O Seminário “Escolho Viver. Não ao suicídio” está aberto ao público a partir de 12 anos de idade. O objetivo é sensibilizar e prevenir o suicídio. Acesse a programação completa no site www.escolhoviver.org.br e inscreva-se!

As ações que envolvem ouvir, falar, compartilhar e educar podem impedir muitos atentados contra a própria vida.

O evento é realizado pela Federação Espírita do Distrito Federal e conta com o apoio da Federação Espírita Brasileira (FEB), do Centro de Valorização da Vida (CVV), e da Legião da Boa Vontade (LBV).

Participe e convide seus amigos!



ESPIRITUALIDADE E SAÚDE!


Segundo o Evangelho, Jesus teria ensinado que aquele que tivesse fé do tamanho de um grão de mostarda, moveria uma montanha.

Hoje, não apenas espiritualistas afirmam a importância deste atributo da consciência, do espírito, mas, médicos do mundo inteiro levantam debates atestando o papel que a fé e a espiritualidade exercem no processo de cura e recuperação de doenças.

Na verdade, a medicina oriental já vem, há milhares de anos, tratando o homem de forma holística, ao contrário do paradigma atual da medicina no Ocidente, que vê o ser humano como resultado de processos químicos e biológicos.

O corpo é um veículo e quem o dirige é a consciência ou, como muitos dizem, o espírito que nele está encarnado. O espírito preexiste e sobrevive à morte do corpo físico e quando reencarna, traz em seu subconsciente toda a bagagem adquirida em vivências passadas, sejam elas felizes ou dolorosas.

Entre a consciência e o corpo físico existem outros corpos intermediários, mais sutis, além dos centros de força (chakras) responsáveis em fazer a captação de energias provenientes do meio “externo” (fazemos parte do “Todo”, não estamos separados do meio em que vivemos) assim como a circulação e irradiação energética. Quando estas energias não fluem livremente, o corpo adoece. Esta lei é conhecida como psicossomatismo, ou seja, a mente e as emoções influenciam no corpo (e vice-versa).

Para mantermos nosso corpo saudável, além dos cuidados básicos (com alimentação, etc), é preciso buscarmos uma compreensão maior e melhor da vida, assim como o autoconhecimento, evitando o sofrimento desnecessário com os infortúnios pelos quais passamos. Uma mente serena regula a respiração, os batimentos cardíacos e o metabolismo do corpo. E quem consegue viver com serenidade sem fé? O que importa, não é tanto a religião adotada, mas sim, como trabalhamos nossa espiritualidade.

Pesquisas realizadas nos EUA comprovaram que pacientes que receberam preces, mesmo sem saber que estavam recebendo, se recuperaram mais rápido de doenças do que aqueles que não receberam orações. Ou seja, orar por terceiros também produz resultados. Isso fez com que médicos do mundo todo começassem a repensar o papel da religiosidade na vida do paciente, a ponto de discutirem sobre como abordar o assunto na hora do tratamento, sem interferir em suas crenças.

Como vimos, a fé está modificando antigos paradigmas na medicina, ou melhor, está movendo montanhas!

Nós temos potenciais que nem imaginamos. Cabe a nós iniciarmos o processo de autoconhecimento e crescermos em sabedoria, a fim de manifestarmos, cada vez mais, nossa “grandeza divina”.

*Escrito por Victor Rebelo*

4.2.17

Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação

VINTE CASOS SUGESTIVOS DE REENCARNAÇÃO compreende uma amostragem extraída do já grande acervo de fatos estudados era vários países pelo Dr. Ian Stevenson. Este cientista possui em seus arquivos cerca de seiscentos casos, dos quais investigou pessoalmente mais de duzentos. Em linguagem técnica, essas ocorrências são designadas com o nome de “memória extra-cerebral”. Como o próprio leitor irá verificar, após inteirar-se do conteúdo deste livro, há inúmeras explicações para a “memória extra-cerebral”. Todavia, para muitos casos há forte evidência a favor da hipótese da reencarnação. Daí o titulo do livra, O ilustre Autor encerra esta obra, com uma Discussão Geral (Cap. VII), na qual examina exaustivamente as hipóteses explicativas do fenômeno da “memória extra-cerebral”. Faz, ainda, uma rigorosa e honesta avaliação dos casos estudados no contexto do livro, concernente à evidência que eles possam aduzir à hipótese da reencarnação e, por conseguinte, da sobrevivência após a morte. Este último capítulo por si só constitui um valioso e profundo trabalho sobre questões avançadas de Parapsicologia, onde o leitor encontrará magistrais lições acerca desse assunto, o lançamento do magnífico livro do Dr Ian Stevenson representa, sem dúvida, um acontecimento auspicioso para o público leitor brasileiro e português e se constitui em legítima contribuição ao desenvolvimento da Parapsicologia em nossa terra.

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Paz e Luz!

Aborto


Pergunta 358 de O Livro dos Espíritos - Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período de gestação?

Resposta - Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando. - Item n° 358, de "O Livro dos Espíritos".

Falamos naturalmente acerca de relações internacionais, sociais, públicas, comerciais, clareando as obrigações que elas envolvem; no entanto, muito freqüentemente marginalizamos as relações sexuais - aquelas em que se fundamentam quase todas as estruturas da ação comunitária.

Esquece-se, habitualmente, de que o homem e a mulher, via de regra, experimentam instintivo horror à solidão e que, à vista disso, a comunhão sexual reclama segurança e duração para que se mostre assentada nas garantias necessárias.

Impraticável, sem dúvida, impor a continuidade da ligação entre duas criaturas, a preço de violência; no entanto, à face das contingências e contratempos pelos quais o carro da união esponsalícia deve passar pelas estradas do mundo, as leis da vida, muito sabiamente, estabelecem nos filhos os elos da comunhão entre os cônjuges, atribuindo-lhes a função de fixadores da organização familiar; com a colaboração deles, os deveres do companheiro e da companheira, no campo da assistência recíproca, se revelam mais claramente perceptíveis e o lar se alteia por escola de aperfeiçoamento e de evolução, em marcha para a aquisição de mais amplos valores do espírito, no Mundo Maior.

De todos os institutos sociais existentes na Terra, a família é o mais importante, do ponto de vista dos alicerces morais que regem a vida.

É pela conjunção sexual entre o homem e a mulher que a Humanidade se perpetua no Planeta; em virtude disso, entre pais e filhos residem os mecanismos da sobrevivência humana, quanto à forma física, na face do orbe.

Fácil entender que é assim justamente que nós, os espíritos eternos, atendendo aos impositivos do progresso, nos revezamos na arena do mundo, ora envergando a posição de pais, ora desempenhando o papel de filhos, aprendendo, gradativamente, na carteira do corpo carnal, as lições profundas do amor - do amor que nos soerguerá, um dia, em definitivo, da Terra para os Céus.

Com semelhantes notas, objetivamos tão-só destacar a expressão calamitosa do aborto criminoso, praticado exclusivamente pela fuga ao dever.

Habitualmente - nunca sempre - somos nós mesmos quem planifica a formação da família, antes do renascimento terrestre, com o amparo e a supervisão de instrutores beneméritos, à maneira da casa que levantamos no mundo, com o apoio de arquitetos e técnicos distintos.

Comumente chamamos a nós antigos companheiros de aventuras infelizes, programando-lhes a volta em nosso convívio, a prometer-lhes socorro e oportunidade, em que se lhes reedifique a esperança de elevação e resgate, burilamento e melhoria.

Criamos projetos, aventamos sugestões, articulamos providências e externamos votos respeitáveis, englobando-nos com eles em salutares compromissos que, se observados, redundarão em bênçãos substanciais para todo o grupo de corações a que se nos vincula a existência.

Se, porém, quando instalados na Terra, anestesiamos a consciência, expulsando-os de nossa companhia, a pretexto de resguardar o próprio conforto, não lhes podemos prever as reações negativas e, então, muitos dos associados de nossos erros de outras épocas, ontem convertidos, no Plano Espiritual, em amigos potenciais, à custa das nossas promessas de compreensão e de auxílio, fazem-se hoje - e isso ocorre bastas vezes, em todas as comunidades da Terra - inimigos recalcados que se nos entranham à vida íntima com tal expressão de desencanto e azedume que, a rigor, nos infundem mais sofrimento e aflição que se estivessem conosco em plena experiência física, na condição de filhos-problemas, impondo-nos trabalho e inquietação.

Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos grandes fornecedores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões.


XAVIER, Francisco Cândido. Vida e Sexo. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 17.

Paz e Luz!

6.1.17

Balada Maternal


Age buscando o bem, alma querida!
Passa na vida a semear dulçores...
Colherás flores em quaisquer caminhos,
Terás carinhos em crisóis de dores!

Tu que não crês no mal, segue cantando,
Bênçãos plantando nos sendais agrestes...
Se tuas vestes mil espinhos rasgam,
Teu peito afagam vibrações celestes!

Se lágrimas rebrilham-te nos olhos,
Vence os abrolhos com gentil sorriso...
Guarda no aviso o coração desperto,
Pois fulge perto o Sol do Paraíso!

Entre os acúleos da escarpada via,
Doce alegria os passos te conduz...
A cruz é a porta de esplendentes eras,
Nas primaveras da celeste luz!

Segue, portanto, coração querido,
sem dar ouvido a mágoas ou temores...
Após as dores da escalada ingente,
Terás somente o amor dos teus amores!


Hernani T. Sant’Anna. 
Pelo Espírito Letícia.

Paz a todos!

30.11.16

Desenvolvimento Mediúnico :Direção dos Trabalhos


O diretor dos trabalhos tem, a seu turno, de agir com discernimento e prudência, conforme a natureza da sessão que preside.

Em geral, para a formação de um bom ambiente, e após, é claro, os entendimentos preliminares com os operadores invisíveis, (o que deve ser feito em ocasiões apropriadas) deve exigir dos presentes a mais perfeita concentração, expungindo de todas as mentes pensamentos e preocupações ligados à vida material.

A sessão é um oásis de repouso para o viandante cansado de seus labores; ali se dessedenta, se recupera e se estimula para novos esforços; mas para que o repouso seja realmente confortador é necessário que o viajante, ao penetrar no recinto, procure se esquecer de suas inquietações e de seus temores e se entregue completamente ao aconchego e à proteção que ele oferece.

A assistência deve ser afastada das mesas de trabalho e em torno destas deve existir uma cadeia fluídica de segurança, formada de elementos capazes de manter uma concentração perfeita e isso para que os médiuns fiquem isolados e a coberto de influências exteriores.

Preleções constantes sobre mediunidade são necessárias, focalizando-se seus diferentes aspectos e a conduta que os médiuns devem manter durante os trabalhos.

Nos casos de incorporação explicar as diferenças que apresentam os três aspectos ‘da faculdade, particularizando seus detalhes. Esclarecer que no caso “consciente” ‘o animismo é circunstância natural e às vezes mesmo favorável, porque se o médium possui cabedal próprio de conhecimentos, maior riqueza de vocabulário e maior facilidade de expressão, tanto melhor transmitirá as idéias que receber do Espírito comunicante. O médium, pois, que tenha confiança em si mesmo certo de que, dentro da corrente e na hora da comunicação, o que vier não será dele mas sim do Espírito comunicante; que não analise o que recebe para transmitir; que fique em estado receptivo e dê ampla vasão às idéias ou pensamentos que receber. (34)
(34) Mais tarde, quando já desenvolvido e entregue aos trabalhos, novos detalhes serão fornecidos a este respeito para o aprimoramento da faculdade. 
No jogo das idéias próprias e daquelas que vêm do Espírito comunicante, deve o médium, desde início, estar vigilante para distinguir uma coisa de outra, estabelecer limites se bem que só o tempo e o tirocínio mediúnico fornecerão elementos seguros dessa distinção.

Ensine-se ao médium, todavia, que do seu sub-consciente pode usar livremente os elementos próprios, no que respeita a palavras, locuções, etc., necessárias à interpretação e transmissão das idéias recebidas telepaticamente, só devendo ressalvar em si mesmo, justamente as idéias, porque estas pertencem ao Espírito comunicante.

Ensine-se-lhe também que quando as idéias fluem livremente, desembaraçadamente, isto é sinal que não pertencem a ele, médium; são transmissões telepáticas e que, toda vez que ele, médium, interfere produz-se  uma síncope, uma pausa, uma interrupção na transmissão, que passa então a desenvolver-se com dificuldade, sem fluidez, forçadamente.

Recomende-se-lhe outrossim que antes de se deixar influenciar se dê a si mesmo sugestões no sentido de não bater nas mesas, não bater os pés e as mãos, não gritar, não gemer, não fazer gestos impulsivos ou violentos, não tomar atitudes espetaculares; enfim exija-se que se conserve calmo, silencioso, confiante, discreto.

Os médiuns devem ser separados em mesas ou grupos diferentes segundo o estado que atingiram no desenvolvimento, devendo ir transitando de uma mesa ou grupo para outro à medida que progridem.

O diretor do trabalho não deve permitir manifestações extemporâneas nem tampouco intervenção de médiuns porventura postados fora da corrente.

É necessário que os médiuns, como já dissemos, saibam distinguir fluidos, uns de outros pois, segundo sua vibração e qualidade, são diferentes. Um mau fluido tem vibração mais pesada, mais lenta e produz efeito desagradável, irritante, ao passo que o bom fluido é suave, repousante, confortador.

Este conhecimento serve, além de outras coisas, para em qualquer caso ou circunstância, distinguir uma entidade manifestante de outra, identificá-la, afastando-a muitas vezes antes que ela possa causar qualquer perturbação.

E ter também em conta que determinada qualidade de fluido afeta determinada região ou órgão do corpo físico, reflexivamente, sendo este também um outro meio de defesa própria, de diferenciação e de identificação de Espíritos.

Outra coisa a recomendar aos médiuns em desenvolvimento é que não se deixem influenciar fora das horas de trabalho mediúnico e sem a devida proteção ambiente, bem como afastar por meio de preces ou ordens mentais positivas e enérgicas, entidades perturbadoras e indesejáveis. 

Ao médium inconsciente deve-se também ensinar que, antes de entregar-se ao transe, não lhe merecendo plena confiança o meio em que se achar, deve ligar-se mentalmente ao protetor individual para que, no caso de ocorrer qualquer imprevisto ou tornarem os trabalhos um rumo inconveniente, possa imediatamente libertar-se do transe. Somente desta forma poderá ele, nestes casos, exteriorizar-se com tranqüilidade e confiança. 

Enfim, nos trabalhos de desenvolvimento, não basta fazer os médiuns sentarem-se à mesa, concentrarem-se e se entregarem cegamente às influências invisíveis; é necessário assegurar-lhes proteção, conselho, orientação adequada e isso só poderá ser feito quando o diretor do trabalho tem conhecimentos suficientes e a autoridade moral necessária.

Livro Mediunidade
Autor Edgard Armond

Paz e Luz!